Prestadoras de serviço paralisam atividades por falta de pagamento e escancaram crise na gestão municipal de Eunápolis

A crise administrativa na Prefeitura de Eunápolis ganhou novos capítulos nesta segunda-feira (6), após diversas empresas prestadoras de serviço suspenderem suas atividades por falta de pagamento. A paralisação atinge setores como asfaltamento, construção civil, limpeza de redes de redes fluviais.
Segundo informações de bastidores, algumas empresas estão há quase três meses sem receber da gestão do prefeito Robério Oliveira, o que tem provocado atrasos também no pagamento de funcionários. Em alguns casos, trabalhadores relatam até duas quinzenas de salários em aberto.
A situação expõe mais uma vez o descompasso financeiro da atual administração, que em pouco mais de dez meses acumula críticas por má gestão e desorganização. O cenário é de caos generalizado: a saúde enfrenta colapso, a educação sofre com estrutura precária e diversas obras seguem paralisadas.
Enquanto isso, a população assiste a um enredo que parece repetir velhos hábitos da política local. A promessa de uma gestão moderna e eficiente foi substituída por atrasos, descontentamento e um clima de incerteza.
Em Eunápolis, o “novo jeito de governar” parece ser apenas mais uma reprise do que a população já conhece bem, muita propaganda, pouco resultado e, agora, contas que não fecham.



