Policial

PM encontrada morta pode ter corpo exumado em SP

O corpo da policial militar Gisele Alves Santana, de 32 anos, encontrada morta em seu apartamento no bairro do Brás, região central de São Paulo, no último dia 18, poderá ser exumado para a realização de novas perícias. A informação foi confirmada nesta quarta-feira (4) pelo advogado da família, Dr. Miguel Silva, em entrevista à CNN Brasil.

Segundo o defensor, apesar de não ser um momento fácil para os familiares, a exumação é vista como necessária. “Não é algo agradável, mas a família busca a verdade”, afirmou. O procedimento dependerá de autorização judicial, já que o caso tramita sob segredo de Justiça.

Inicialmente, a ocorrência foi registrada como suicídio. No entanto, após diligências e diante de informações de que a policial mantinha um suposto relacionamento abusivo com o marido, o tenente-coronel da PM Geraldo Leite Rosa Neto, o caso passou a ser investigado como “morte suspeita”.

Na última segunda-feira (2), a Polícia Civil realizou uma reconstituição da morte no apartamento onde o casal morava. De acordo com a corporação, as investigações seguem em andamento para esclarecer as circunstâncias do caso.

Em nota, o Tribunal de Justiça de São Paulo informou que o processo, incluindo eventual pedido de exumação, corre sob segredo de Justiça. Já a Secretaria de Segurança Pública declarou que os laudos periciais já concluídos estão sendo analisados pela autoridade policial responsável pelo inquérito, conduzido pelo 8º Distrito Policial, no Brás.

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