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Raul Seixas vive: 80 anos da metamorfose ambulante que reescreveu o DNA da música brasileira

Há 80 (ou 10.000) anos, em um dia como este, nascia o Canceriano Sem Lar, pai do rock no Brasil, cantor, compositor e multi-instrumentista Raul Santos Seixas, em Salvador. Conhecido por muitos nomes, o músico viveu milhares de metamorfoses: de Mosca na Sopa a Cachorro-Urubu, passou por Super-Heróis, viveu Aventuras na Cidade do Thor e foi até Messias Indeciso — sempre Movido a Álcool. Raulzito embarcou no Metrô Linha 743 direto para o estrelato após o lançamento do seu primeiro álbum solo, em 1973, e, com o grito de Tarzan, Krig-Ha, Bandolo!, mudou o DNA da música brasileira para sempre.

Sempre capaz de sacudir o mundo, Raul vive momento de alto interesse no Brasil ao completar seu octogenário neste sábado (28). A série de ficção biográfica Raul Seixas: Eu Sou foi lançada na Globoplay na última quinta-feira (26), com o astro vivido pelo ator Ravel Andrade, fazendo uma viagem através das várias fases do roqueiro ao longo de oito episódios. Com criação de Paulo Morelli, que divide a direção com seu filho, Pedro Morelli, a obra tem produção da O2 Filmes.

Raul foi casado quatro vezes: com Edith Wisner (de 1967 a 1974), com quem teve sua filha Simone; com Glória Vaquer (de 1975 a 1978), com quem teve Scarlet; com Ângela Affonso Costa (de 1979 a 1985), com quem teve Vivian (a DJ Vivi Seixas); e teve um relacionamento marcante com Tânia Menna Barreto, que durou cerca de oito anos, entre 1976 e 1984, embora não tenham se casado oficialmente.

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