Policial

Operação policial em Itabatã termina com morte de líder do trafico e apreensão de submetralhadora

Uma operação do Pelotão de Emprego Tático Operacional (PETO), realizada na tarde desta segunda-feira (16), no bairro Cidade Nova, distrito de Itabatã, (BA), resultou na morte de um traficante e na apreensão de um grande volume de drogas e armamento.

A ação teve como alvo dois suspeitos: Manoelço Pereira de Jesus, de 21 anos, conhecido como “Duinha”, e Cosme Barbosa da Silva, o “Galego”, ambos apontados como gerentes do tráfico nos bairros Jardim Madureira e Cidade Nova. Eles eram investigados pelo homicídio de Cleiton Silva de Souza, ocorrido em 14 de junho.

Segundo a polícia, os criminosos estavam escondidos em uma casa na Rua T2. Ao chegarem ao local, os policiais foram recebidos a tiros. “Duinha” portava uma submetralhadora calibre .40, enquanto “Galego” estava com um revólver. Após intensa troca de tiros, “Duinha” foi atingido e encontrado caído na garagem, ainda com a arma em mãos. Ele chegou a ser socorrido e levado ao Hospital São José de Itabatã, mas não resistiu. “Galego” conseguiu fugir saltando um muro e segue foragido.

Durante a ação, foram apreendidos:

  • 275 pedras de crack
  • 30g de crack bruto
  • 33 pinos de cocaína
  • 12g de ecstasy
  • 1 submetralhadora calibre .40
  • 11 munições .40 intactas e 3 deflagradas
  • 1 munição calibre .22
  • 2 balanças de precisão
  • 1 rádio comunicador
  • 8 folhas com adesivos relacionados ao tráfico

Todo o material foi encaminhado à Delegacia Territorial de Mucuri e ao Departamento de Polícia Técnica (DPT) de Teixeira de Freitas para perícia.

Criminoso de alta periculosidade

Manoelço Pereira, o “Duinha”, era considerado um dos criminosos mais perigosos da região, com vasta ficha criminal e ligação com a facção Comando Vermelho (CV). Ele exercia controle armado sobre o tráfico no bairro Cidade Nova, onde realizava abordagens ilegais e espalhava símbolos da facção em muros e imóveis.

A operação representa um duro golpe contra a facção criminosa e trouxe alívio à comunidade local, que vivia sob constante ameaça. A polícia segue com as buscas por “Galego”.

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