Política

Piso de fisioterapeutas trava no Congresso sob comando de baianos

Representantes do Sindicato dos Fisioterapeutas e Terapeutas Ocupacionais da Bahia (Sinfito) estão em Brasília desde quarta-feira (28) pressionando o Congresso pela aprovação do piso salarial nacional da categoria. As propostas, no entanto, seguem sem avanço em comissões lideradas por parlamentares baianos.

O grupo, encabeçado pelo fisioterapeuta e ex-prefeito de Araci, Silva Neto (PDT), busca destravar dois projetos: um projeto de lei que define o piso salarial em R$ 4.650 para 30 horas semanais e uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que assegura esse direito na Constituição. Ambas as propostas são de autoria do senador baiano Angelo Coronel (PSD).

Apesar da aprovação no Senado, o projeto de lei segue parado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, sob presidência do deputado baiano Paulo Azi (União Brasil). A PEC, por sua vez, está na CCJ do Senado, presidida também por um baiano, o senador Otto Alencar (PSD).

A categoria espera que a influência dos parlamentares baianos, que comandam as comissões responsáveis, se converta em agilidade para a tramitação das propostas, consideradas fundamentais para a valorização dos fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais.

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